O banco disse que a culpa foi minha, porque eu mesmo fiz o Pix. Ainda tenho direito?+
Provavelmente sim, e é exatamente aqui que a maioria desiste sem precisar. O fato de a transferência ter partido do seu aparelho não encerra a discussão: a jurisprudência reconhece a responsabilidade da instituição por fraudes praticadas por terceiros no ambiente bancário. O que se examina é a falha de segurança e de informação — por que o sistema não identificou uma operação atípica, por exemplo. Cada caso é analisado individualmente, sem garantia de resultado.
Preciso ter feito boletim de ocorrência?+
Ajuda bastante, mas a ausência não impede a análise nem a atuação. Se ainda não registrou, dá para fazer agora, on-line, mesmo dias depois do ocorrido. Se já registrou, tenha o número em mãos no primeiro contato.
Quanto tempo leva para resolver?+
Depende da via. A administrativa costuma responder em dias ou poucas semanas. A judicial varia conforme a comarca e a complexidade da prova, e pode envolver decisão de urgência no início. Nenhum escritório sério promete prazo ou resultado — o que podemos oferecer é clareza sobre o cenário realista do seu caso.
Preciso ir até o escritório?+
Não. Todo o atendimento é 100% online e pode ser feito por WhatsApp, e-mail e videochamada, com procuração assinada digitalmente.
Como funcionam os honorários?+
São definidos na primeira conversa, sempre por contrato escrito e em observância à Tabela de Honorários da OAB. A análise inicial do caso não é cobrada, e você só decide sobre a contratação depois de saber exatamente o que está sendo proposto.
O valor que perdi foi pequeno. Vale a pena?+
Vale avaliar. Além da devolução do valor, pode haver pedido de restituição em dobro e de danos morais, e existem vias de custo reduzido para causas menores. A análise inicial dirá se faz sentido seguir — e, se não fizer, você vai ouvir isso com franqueza.